quarta-feira, 27 de junho de 2012

Aos seus medos




Por muitas vezes você me limitou, pensei que fosse pequeno como você sempre disse que era, errei muito por ter sempre acreditado em você, sempre soube que podia errar bem mais se não fosse a sua ajuda, mas você me aprisionou.
Fechei meus olhos para as novas oportunidades e preferi ver o que você mostrava e em vários momentos ouvia e calava diante das suas falas, até mesmo quando me dizia que muito do que eu sonhava era só sonho e nunca poderia ser realidade.
Com o tempo percebi que por errar pouco não aprendi o que deveria ter aprendido e por te ouvir demais acabei viciando meus ouvidos nos baixos estímulos que tinha e meus olhos não viam nada mais do que você sempre me mostrava.
Quebrei a barreira, foi além do que você esperava, na verdade fui além do que eu mesmo esperava de mim, parei de te ouvir e agora ouço vários sons e percebo tantas coisas diferentes
Tirei a viseira que você me condicionava e passei a ver todas as pessoas que estão ao meu redor e percebi que todas elas podiam ensinar bem mais do que você pensava
Soltei as amarras que você impôs e te mostrei que meus sonhos podem e serão realizados, que minha vida deve ser vivida por mim e que você não irá mais limitar minhas oportunidades e nem fará as minhas escolhas...
Não sou fraco e não tenho mais medo de você, a verdade é que você pode até me ajudar a viver, mas não será necessário para limitar minhas ações.
26/06/12
Gneres

Agora sem ela...


Esse é um pouco diferente do estilo aqui postado, mas também é um dos meus escritos então vale a pena colocar.


No pique do frevo nas ladeiras de Olinda encontrei uma menina linda, que na hora me apaixonei, no meio de tanta gente essa menina me conquista foi amor à primeira vista, mas eu não imaginava que quando o carnaval acabava o amor se desfazia, foi embora minha alegria, anoiteceu o meu dia e agora quem me dera se eu encontrasse ela pelas ruas ou ruelas por onde um dia caminhei lhe diria meu amor volte pra mim por favor pois um amor igual ao seu eu nunca mais encontrei.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Certezas de quê?



E quando tudo isso acabar, como faremos para ter um novo começo
E quando todas as pessoas descobrirem a tua farsa como te esconderás
E quando a mascará que tu sempre usavas for tirada da tua face o que cobrirá essas marcas que tanto você esconde
E quando as mais doces das tuas mentiras forem sentidas como um gosto amargo semelhante ao fel
E quando todos perceberem que os teus escritos em nada te representam
E quando você perceber que tudo que você fez não foi o suficiente, que as mentiras não te fizeram crescer, que as pessoas não te fizeram feliz, que os momentos não te trouxeram nenhum aprendizado
Será nesse momento onde perceberás que tua alegria não passa de uma mera aparência e que sempre disfarçasse teus sentimentos por medo de pensar que eles serão a única coisa que não irias controlar
Ser feliz não significa viver em um mundo de fantasias, não significa fazer com que todos riam na sua presença, pois o pior palhaço é aquele de não aprende que tudo um dia perde a graça.